DOUTORADO


Jornalismo e Mídia Digital

Em 28 de abril de 2003, defendi a tese “Mídia digital: o vigor das práticas jornalísticas em um novo espaço”, perante a banca composta pelos professores-doutores Sebastião Squirra, Ruth Vianna, José Luiz Proença, Manoel Chaparro e Graça Caldas.

No resumo da tese consta:

A pesquisa verifica as modificações ocorridas nas práticas jornalísticas a partir da introdução de tecnologias digitais online no processo para se obter, arquivar, indexar e recuperar informações (texto, imagens estáticas, áudio, vídeo e animação), processando-as conforme a necessidade editorial. Analisa as possibilidades de interatividade, hiperlink, tempo real, formação de comunidades, ruptura da centralização emissora e a convergência de mídias como elementos modificadores dos modos de se produzir, comercializar e consumir informação jornalística.
Conclui que o profissional em jornalismo terá que assumir novas funções e adquirir outras habilidades, como o conhecimento da tecnologia que estrutura o meio, para valer os princípios básicos do jornalismo também no ciberespaço.

Foram abordados os seguintes tópicos, nas 289 páginas e 10 de anexos:

INTRODUÇÃO

1 - ERA DIGITAL
1.1 - Do Analógico ao Digital
1. 2 - A Invenção da Web Impulsionando o Transporte de Publicações
1.3 - Formação de uma Cibercultura
1.3.1 - Uma nova audiência

2 – INTRODUÇÃO DE TECNOLOGIAS NO JORNALISMO
2.1 - Impacto do Uso do Computador na Prática do Jornalismo
2.1.1 – O início da era do Computer-Assisted Reporting (CAR)
2.1.1.1 - Informatização das redações
2.1.2 – Surgimento das fontes digitais

3 – HISTÓRIA DO JORNALISMO ONLINE
3.1 - Os Pioneiros e Resistências no Mundo e no Brasil
3.2 - Evolução da Web - Do HTML ao Gerenciador de Conteúdo Mulitmídia
3.3 - Redações Online/Multimídias

4 - JORNALISMO ONLINE
4.1 - Conceitos de Jornalismo a Prática no Meio Online
4.2 - Novas Habilidades dos Jornalistas
4.2.1 - O jornalista deve conhecer tecnologia do meio?
4.3 - Falta de Massa Crítica para Consolidação dos Novos Conceitos Digitais
4.3.1 – No ensino do jornalismo
4.3.2 - Nas empresas jornalísticas
4.4- Ferramentas Digitais
4.4.1 – Obter, reunir e apurar informações
4.4.2 - Arquitetura da Informação: a alma da navegação
4.4.2.1 – Linguagem não-linear através do Hiperlink e Hipertexto
4.4.3 - Webdesign: mais do que um visual ‘bonito’
4.4.4 - Tempo Real: entre o furo e a barriga
4.4.5 - Formação de comunidades virtuais
4.4.5.1 – Weblogs
4.4.6 – Interatividade
4.4.6.1 - E-mails
4.4.7 – Personalização
4.4.7.1 – Serviços
4. 5 - Ruptura da Centralização Emissora e Redução do Papel Crítico do Jornalista

5 - FORMATOS DE CONTEÚDO
5.1– Veículos Tradicionais na Web
5.1.2 – Revistas, áudio e vídeo na Web
5.1.3 - Vídeo para Web
5. 2 - Conteúdo Aberto, Fechado ou Misto?
5.3 - Modelo New Media (Não Consolidado)
5.3.1 - Portal horizontal e vertical (Vortal)
5.4 - Realidade do Narrowband e o Futuro do Broadband

6 - CONVERGÊNCIA DE MÍDIAS E DIVERGÊNCIA DE MEIOS

CONCLUSÃO

 

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