ARTIGO


2 + 2 = 4 na pesquisa em comunicação já seria um grande avanço

Depois de alguns anos tentando entender o que muitos pesquisadores na comunicação social realmente querem dizer e mostrar com as suas pesquisas, decidi deixar essa tarefa árdua de lado para dedicar-me a continuar minhas pesquisas na área sem entendê-los. Abdiquei de compreender uma postura que parece ter uma conduta “cravada” no DNA da profissão: falo comigo, talvez me entendo e o resto que compreenda se puder.

Acredito até que esse “tipo” de pesquisador é mais divertido. Tem outro que quer ser historiador ou arqueólogo. Desse , fugi sempre.

Com essa atitude pouco civilizada, admito, fico isolado noo campo da pesquisa em comunicação. Mas tem um motivo: quero evoluir e contribuir de alguma forma. Quando expresso a minha opinião em uma roda de pesquisadores de comunicação, exemplificando com temas absurdos, teses sem propósito e teorias que deixariam até os ufólogos desconfiados, logo sou repreendido: Walter!!! Estamos no mundo das idéias, das teorias, do pensamento!!!

Eles estão nesse mundo. Eu estou em outro mundo. Tenho que trabalhar muito para sustentar a minha família e o Brasil é um país subdesenvolvido que está despencando nas listas que “ranqueiam” os paises mais economicamente desenvolvidos e o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano).

O País precisa de pesquisa que nos ajude a entrar na trilha do desenvolvimento. Sermos autônomos, auto-sustentáveis. Para tentar ajudar um pouquinho, no meu pequenino, minúsculo universo de pesquisa, estou adotando procedimentos de pesquisa validados e com resultados comprovados em outras áreas, como exatas e biomédicas. Voltei ao 2 + 2 = 4.
 

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